“Provavelmente ela irá sorrir
para mim, e dizer
com seu aparelho chamativo,
que não é bem assim.
O peso de sua consciência mórbida,
deflagra uma situação ruim.
Eu quero ver aquele lindo
aparelho enroscado
em minha carne venérea vermelha.
Minha intuição escapa
em raposa violeta para
longe do tumulto.
Eu arrasto minhas retinas
nas paredes chapiscadas
e remendadas do muro
do hospício.
dum, dum dum dum dum dum, dum
dum, dum dum dum dum dum, dum
dum, dum dum ...”
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